Uma ferramenta para racionalizar essa política são as prioridades de profissionais de saúde

Sua implementação adequada permite a máxima melhoria na qualidade do atendimento e, consequentemente, no valor da saúde em uma determinada população. Diretrizes claras para diagnóstico e manejo de doenças devem ser estabelecidas primeiramente para essas áreas e problemas de profissionais de saúde. Cada padrão deve consistir em um conjunto estruturado de declarações específicas, concisas e mensuráveis, projetadas para estimular o desenvolvimento de competências entre profissionais médicos e prestadores de serviços de profissionais de saúde, medindo seu nível de realização. Quando monitorados adequadamente, esses padrões fornecem insights sobre barreiras e “pontos em branco” no desenvolvimento da prática clínica baseada em evidências. Sua existência dificulta ou retarda significativamente a implementação de regimes de tratamento ideais.

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O papel de um regulador focado na melhoria contínua da qualidade deve ser garantir o acesso a todas as tecnologias e soluções que não apenas permitam o gerenciamento eficaz da doença, mas também apoiem o desenvolvimento do cuidado para pacientes com multimorbidade. Lacunas identificadas na escassez de tecnologia, como acesso a terapias inovadoras ou novos serviços ambulatoriais, devem formar a base para planos de reembolso, enquanto lacunas em excesso, por exemplo, devido à diminuição da demanda por hospitalizações, devem motivar ações que limitem o investimento nessa área.